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Design thinking aplicado ao treinamento organizacional

18:45


Diante de uma crise econômica, a iniciativa da grande maioria das corporações é apelar para a demissão como forma de redução de custos. Há, porém, muito que se pensar a esse respeito, já que nunca se sabe quanto tempo persistirá o quadro de instabilidade e a rotatividade será muito prejudicial para a empresa que também perderá sua mão de obra qualificada e deverá ter muitos gastos futuros com recrutamento e treinamento de novos colaboradores.

Antes de partir para as temidas demissões, vale investir em um bom planejamento estratégico visando transformar os colaboradores em aliados para enfrentar e superar a crise. Muitos grandes empresários têm apostado no treinamento e desenvolvimento de sua equipe para aumentar a sua lucratividade, ao invés de simplesmente demitir para reduzir custos.

Por que treinar em tempo de crise?

Se o mercado esta em crise, desenvolver um potencial competitivo é primordial para uma organização. Diante de um quadro econômico desfavorável, o diferencial oferecido por uma empresa poderá ajudar a manter os seus clientes e ainda conquistar outros, vindos de empresas que declinarão diante das dificuldades do mercado.

O treinamento levará os colaboradores a se reciclarem para a nova realidade. Além disso, ele poderá ser necessário diante de situações como uma inevitável redução do quadro de funcionários ou mudanças nos métodos de trabalho para redução de custos.

Vale a pena treinar em meio à instabilidade?

Talvez o sentimento inicial da empresa seja o de simplesmente reduzir custos ao máximo e esperar a crise passar. Mas é preciso pensar que a recuperação do mercado não tem prazo determinado. Assim a aproximação de uma crise deve ser vista como um motivo à priori para o processo de treinamento. Nesse momento, procurar maneiras de inovar de forma participativa e econômica pode ser vital para o futuro da organização.

Um treinamento eficaz traz para a empresa um clima de resiliência e motivação. O engajamento e eficiência dos colaboradores deverá aperfeiçoar os processos levando a redução de custos operacionais e elevando a eficácia da empresa.

Como treinar em tempos de crise?

Quando se fala em treinamento em tempos de crise, a maioria das empresas pensam em uma abordagem completamente técnica, considerando a necessidade de um grande especialista, que custaria caro, para fazer um diagnóstico e realizar um treinamento preciso, tratando os colaboradores como meras ferramentas para garantir a produtividade.

Uma metodologia baseada no pensamento do design (design thinking) pode ser um grande diferencial para equilibrar gastos e obter os melhores resultados possíveis em seus treinamentos.

O termo Design Thinking foi criado pelo CEO da IDEO (Consultoria de Design e Inovação), Tim Brown, para designar a forma de ser e de pensar como um designer no processo de resolução de problemas. É uma abordagem inovadora, diferenciada e dinâmica que pode ser utilizada na busca por soluções de problemas organizacionais e desenvolvimento de processos criativos, abrangendo a colaboração de todos os interessados de forma empática, sempre centrada no ser humano.

Ver os problemas à sua frente como peças para a criação de uma bela obra de arte, certamente te levará a alcançar resultados extraordinários.

O design thinking prioriza o trabalho colaborativo, formando equipes multidisciplinares, mapeando culturas, contextos e experiências para identificar barreiras e buscar soluções inovadoras para superá-las.

Processo de treinamento baseado no design thinking 


1. Imersão ou empatia

Nessa etapa deve-se ouvir os colaboradores e entender quais são as dificuldades encontradas por eles diante do atual momento econômico e de possíveis mudanças nos processos da empresa. Quais são seus medos, seus anseios e o que precisa ser melhorado para manter a produtividade e reduzir custos em cada setor.

Uma pesquisa de clima abrangente e bem elaborada é uma ferramenta importante a ser utilizada nessa hora. A fase de imersão é importante também para garantir que os treinamentos executados estarão alinhados com os objetos da empresa e os anseios de seus colaboradores.

2. Análise

Agora é o momento de entender qual é o grande problema a ser resolvido com o treinamento, por meio do cruzamento de dados apurados entre os colaboradores.

3. Ideação

Esse é um momento importante para a realização de um brainstorming. Seus colaboradores podem ter as melhores ideias para um treinamento eficiente. Escute-os. É muito importante que todos se sintam livres para opinar e também  que suas opiniões são importantes para a solução dos problemas.

Essa participação de todos os setores, além de ampliar muito as opções e a possibilidade de encontrar soluções inovadoras, lhe dará a oportunidade de descobrir novos talentos entre seus colaboradores. Ver quem tem potencial para ser um bom líder ou pode ser mais produtivo em outra área da empresa. Aproveite para desenvolver os talentos descobertos e preparar os futuros lideres da sua empresa.

4. Protótipo

Nesta etapa deve-se planejar o treinamento, como um protótipo de sua obra de arte e, então, coloca-lo em prática com uma equipe seguindo os princípios e métodos preestabelecidos com a participação de todos. Esse processo é muito importante para corrigir eventuais falhas de planejamento antes de se dedicar tempo aplicando o treinamento a todos os colaboradores.

5. Implementação

Treinamento planejado e realizado com um grupo de teste é o momento de fazer os ajustes finais, se necessário, e aplicá-lo a todas as equipes de colaboradores.

 Enfim, esse processo de levantamento de necessidade, planejamento e execução do treinamento, além de ajudar a sua empresa a superar a crise sem grandes investimentos, também poderá reduzir a necessidade de demissões já que sua equipe, com um novo gás, poderá atrair novos clientes.

O Design thinking é uma metodologia barata, que busca inovação e sustentabilidade estimulando a criatividade dos colaboradores com uma gestão totalmente participativa. O treinamento será planejado e executado de acordo com as dores dos colaboradores, garantindo resultados bem mais eficazes e ainda evitará gastos com produtos e consultorias externas.

Materiais de pesquisa em PDF:

 A importância do Design Thinking nos negócios
Cartilha: o que é DT
Design Thinking - inovação em negócios
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Treinamento e desenvolvimento de pessoal - Relatório do vídeo Spoleto com o Porta dos Fundos.

09:14

Treinamento e desenvolvimento de pessoal - Relatório do vídeo Spoleto com o Porta dos Fundos.

O treinamento é fundamental no processo de integração de novos funcionários em uma empresa e também necessário sempre que ocorram mudanças significativas nos processos da organização como, por exemplo, a introdução de novos produtos.

Um bom processo de treinamento e desenvolvimento de pessoal prepara e qualifica os clientes internos (colaboradores) para melhor atender os clientes externos. Uma empresa deve estar focada em uma gestão de pessoas eficiente a curto e longo prazo, sem ignorar nenhuma etapa do processo de formação de seu quadro de funcionários e sempre atenta para identificar necessidades de treinamento, mesmo para os colaboradores já integrados.

Em relação ao caso Spoleto, é notável a falta de treinamento do funcionário, pois o mesmo não sabia lidar com as pessoas, se mostrando impaciente e tornando o ambiente hostil e opressor para os fregueses.

Notamos uma falha do restaurante, que provavelmente não deu ao funcionário o devido treinamento e acompanhamento, desenvolvendo suas habilidades e ajudando-o a aprimorar sua capacidade de relacionamento com as pessoas até que o mesmo estivesse pronto para prestar um bom atendimento ao público.

Um profissional que lidava diretamente com os clientes, maior patrimônio do restaurante, precisava ter suas habilidades e comportamentos desenvolvidos e alinhados com a estratégia da empresa, de modo a não comprometer a qualidade do atendimento do mesma.

Indicadores de necessidade de treinamento



Nesse caso a empresa deixou de observar o seguinte indicador a priori de necessidade de treinamento:

  • Admissão ou redução do número de empregados: pelo que vemos no vídeo é provável que o funcionário não tenha recebido um treinamento adequado ao ser admitido na empresa. 

E os seguintes indicadores a posteriori:

  • Qualidade inadequada do atendimento: é evidente que o atendimento prestado pelo funcionário antes do treinamento não era feito de modo eficiente;
  • Excesso de erros e desperdícios: o vídeo também mostra que o temperamento do atendente o levava a desperdiçar a matéria prima do restaurante;
  • Número excessivo de queixas: o péssimo atendimento prestado pelo funcionário que pressionava os clientes no momento de fazer seus pedidos e os forçavam a fazer escolhas que contrariavam suas vontades, certamente levou a um grande número de queixas dos clientes contra a empresa;
  • Rotatividade: diante das queixas, a opção do restaurante foi demitir o funcionário que também não obteve sucesso trabalhando em outras áreas devido ao seu temperamento e falta de treinamento e desenvolvimento. A rotatividade também é ruim para a empresa que precisa arcar com os custos e transtornos de novas contratações. 

Como levantar as necessidades de treinamento e desenvolvimento de pessoal



Nesse caso, alguns meios de levantamento de necessidade de podem ser usados para diagnosticar as falhas, elaborar e dar ao colaborador o treinamento adequado no processo de integração, prevenindo situações de mau atendimento aos clientes e outros problemas para o restaurante. São eles:

  • Pesquisa de satisfação do cliente: dar a oportunidade para o cliente avaliar o atendimento que recebeu é uma forma eficiente de saber se seus funcionários estão bem preparados ou se precisam de treinamento;
  • Análise de cargos: Fazer um levantamento das atribuições e funções do cargo do atendente, antes da contratação do mesmo, daria a base necessária para a elaboração de um treinamento adequado a submetê-lo antes de seu contato com o público, instruindo-o a manter-se calmo e auxiliar adequadamente as pessoas a montarem seus pratos;
  • Entrevista de desligamento: No momento de uma demissão, fazer um levantamento dos motivos que a causaram, é também uma forma muito eficiente de identificar falhas nos processos da empresa e ajuda elaborar uma boa estratégia de treinamento;
  • Questionário LNT: Esse questionário tem o objetivo de levantar as dificuldades de desempenho decorrentes das necessidades de treinamento, coletando dados para a elaboração de programas de treinamento eficientes. 

Mais tarde, como mostrado no segundo vídeo, o gerente do restaurante reintegrou o funcionário e dessa vez, acompanhou e orientou o seu trabalho, treinando-o e preparando-o para a sua função. Dessa forma o funcionário pode corrigir os seus erros e desenvolver suas tarefas com mais qualidade, controlando seus impulsos mesmo em situações adversas, como quando a cliente estava completamente indecisa e não conseguia realizar o pedido.

Fazer uma boa contratação é apenas o primeiro passo para contar com colaboradores eficientes. O treinamento e desenvolvimento de pessoal são  fundamental e de forma alguma deve ser negligenciado, tanto no processo de integração do trabalhador à empresa como também de forma recorrente sempre que forem identificadas necessidades de melhorar o desempenho da organização. Apenas com funcionários preparados e bem treinados é possível obter resultados eficazes no seu negócio.

Essas são as considerações do nossa equipe sobre os vídeos do Spoleto com o Porta dos Fundos, relacionando com os processos de treinamento e desenvolvimento de pessoal. Gostou? Compartilhe este post nas suas redes sociais e ajude a divulgar o nosso trabalho.

Equipe: Ana Estevan, Bárbara Vianna, Guilherme Henrique, Maria Luiza Silveira, Rayane Vieira, Nayara Ferreira.

Revisão de Conteúdo: Flávio Palmeira
Treinamento e desenvolvimento de pessoal - Relatório do vídeo Spoleto com o Porta dos Fundos. Treinamento e desenvolvimento de pessoal - Relatório do vídeo Spoleto com o Porta dos Fundos. Reviewed by Ana Maria on 09:14 Rating: 5

Dilemas da doação de órgãos na atualidade brasileira

11:23

Doação de órgãos

Há varias questões na área da saúde que no decorrer do tempo vem se tornando cada vez mais graves, para médicos, pacientes e população em geral.

A doação de órgãos nos últimos tempos encontra-se em uma situação precária, uma vez que seu baixo índice tem aumentado o número de pessoas na fila de espera e, consequentemente, elevando a mortalidade entre os que aguardam por um transplante.


Doação de órgãos no Brasil

O Brasil é o segundo país que mais realiza transplantes de órgãos no mundo, sendo o SUS (sistema único de saúde) o maior programa público a realizar esse procedimento no globo, mas o programa esbarra no baixo número de doadores, sendo em média 14 por milhão de habitantes.

A forma de abordagem feita junto aos familiares de um paciente com morte encefálica é um dos fatores que causa a recusa para a permissão da doação de órgãos, visto que a maioria das pessoas desconfia do sistema de saúde e tem medo e tem medo de que o familiar não esteja realmente morto. Este é um grande empecilho para o aumento do número de doadores.

Outro fator determinante para a baixa taxa de doações é que, mesmo o território brasileiro realizando transplantes de órgãos, a ausência e a precariedade da infraestrutura na maioria dos estados para a realização de cirurgias deixa muito a desejar.

Como transformar essa realidade?

doe órgãos

Portanto, o governo federal deveria criar, em parceria com a mídia, campanhas de conscientização para erradicar os medos da população acerca da doação de órgãos e incentivar a participação de todos.

É necessário também o direcionamento de verbas suficientes, a fim de tornar todos os estados brasileiros capazes de realizar transplantes.

Nas escolas, é necessária a realização de palestras e debates, a fim de esclarecer dúvidas sobre o assunto que é de tamanha importância para a sociedade brasileira.


Esta e uma redação de Emilly Fonseca.
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Aprenda a inovar no seu processo de recrutamento

13:23
Encontrar os talentos adequados para preencher vagas em uma empresa pode até parecer uma tarefa fácil, mas não é bem assim. É preciso um processo planejado e muito bem estruturado para não se arriscar a contratar as pessoas erradas, trazendo transtornos e despesas para a organização.

Aprenda a inovar no seu processo de recrutamento


O planejamento do processo de recrutamento permite ao profissional de RH um maior controle das etapas, e assim possibilita transparência para os candidatos, que se sentirão mais seguros sabendo se estão em congruência com a cultura e valores da organização.

Para facilitar todo esse processo, trazendo mais praticidade para a vida do recrutador, muitas empresas e especialistas em recrutamento e seleção de pessoas têm desenvolvido métodos que trarão inovação e mais eficiência aos seus processos seletivos.

Defina o Perfil do profissional que a vaga carece


Antes da divulgação de uma vaga, é necessário entender qual o perfil do profissional que deve ocupa-la. Para tanto, recrutador e gestores devem definir juntos, que habilidades, experiências e responsabilidades esse profissional precisa ter e que pacote de remuneração e benefícios a empresa poderá oferecer. Com essas informações em mãos, é hora de elaborar uma chamada para o processo de recrutamento.

Divulgue a vaga com o perfil predefinido


Esse é um momento para fazer uso das inovadoras ferramentas de recrutamento online. Hoje muitos sites de emprego, inclusive gratuitos para os candidatos, contam com instrumentos que permitem pesquisar vagas e enviar currículos por um aplicativo próprio.

O recrutamento online é vantajoso para o candidato que não precisa mais se deslocar de empresa em empresa levando seu currículo impresso e também para o recrutador que terá mais facilidade em filtra-los com ferramentas oferecidas pelo próprio site.

Aposte também no Employer Branding, uma nova estratégia capaz de fazer com que sua empresa atraia os melhores profissionais da área.

Utilize ferramentas online no processo de triagem


Hoje muitos sites de vagas contam com ferramentas que podem facilitar e agilizar o processo seletivo como testes de lógica e português online e perfil comportamental. Além disso, os currículos podem ser filtrados com base na escolaridade, experiência e área de atuação do candidato, deixando a disposição dos recrutadores apenas os currículos realmente relevantes para a vaga disponível.

Conheça na prática as habilidades dos candidatos


Após a triagem, e até mesmo uma primeira entrevista que poderá ser feita também à distância, é hora de conhecer os candidatos pré-selecionados e, nesse momento, colocar em prova suas habilidades e comportamentos. Dinâmicas em grupo e provas situacionais são fundamentais para observar as habilidades e competências do candidato no momento em que ele realmente precisará usa-las. Aposte nas dinâmicas em forma de games para engajar as equipes e revelar o melhor de cada um.

Não se esqueça do feedback


Para o candidato que não passou no processo seletivo, é importante saber por quais motivos ele foi eliminado. Não ter um retorno o deixa frustrado. Ao dar esse feedback, além de ajudar o profissional a corrigir seus pontos fracos e se preparar melhor, a empresa demonstra ter por ele respeito em empatia.

Na era das redes sociais e da informação globalizada, é importante que as empresas se preocupem em não deixar margem para a negativação de sua imagem, o que pode prejudicar, não só futuros processos seletivos, mas também o relacionamento com parceiros de negócios e clientes.



Um bom processo de recrutamento deve levar em conta, não só as necessidades da empresa para preencher uma vaga em um determinado momento, mas também os reflexos futuros. Processos bem elaborados e executados garantem contratações eficientes, diminuição na rotatividade de pessoal e, consequentemente, mais produtividade para a organização.

Para saber mais sobre como aprimorar seus processos seletivos, encontrar os melhores talentos e manter uma boa imagem da sua empresa nas redes sociais, curta nossa pagina no Facebook. Nós temos essas e muito mais informações relevantes para a sua organização.
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